Descrição
No Brasil dos anos 1980, muitos fãs dos primeiros microcomputadores descobriram universos fantásticos por meio de algo esquecido atualmente: as capas das fitas cassetes de jogos. Enquanto a tecnologia limitava os pixels na tela do televisor, a arte impressa libertava a imaginação da meninada. Heróis impossíveis, naves espaciais, monstros colossais, aventuras épicas; tudo cabia em poucos centímetros de papel colorido. As capas, é claro, prometiam mais do que os próprios games podiam mostrar – e era justamente ali que morava a magia: o restante acontecia na mente de quem jogava.
Este livro resgata esse capítulo singular da cultura digital brasileira, reunindo capas pitorescas, curiosidades, softhouses históricas, adaptações improváveis e a criatividade de um período em que o mercado nacional “reinventava” os jogos à própria maneira. Com qualidade gráfica primorosa, inteiramente em cores, impresso em papel couché, em capa dura e apresentado em belíssima diagramação, a obra celebra visualmente o assunto retratado. Prepare-se para o reencontro com o ‘apito’ de carregamento (os sons dos bits e bytes sendo transferidos para a memória das máquinas), a ansiedade diante do teclado e o instante – inesquecível – em que se segurava a fita nas mãos e a imaginação descortinava aventuras sem limites.
Pois, em certa medida, era exatamente isso que fazíamos: Jogávamos ilustrações!
Encadernação em capa dura, totalmente colorido e impresso em papel couché de 150 g/m².











